De guê?

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Bom dia! Alexandre Orrico aqui, editor do Garimpo e diretor do Núcleo, fascinado com a repercussão nas redes do filme "The Eletric State", da Netflix, com Millie Bobby Brown e Chris Pratt.
O longa custou alucinantes US$320 milhões (R$1,8 bilhão), o orçamento mais caro da história da plataforma. Os influenciadores Nick & Cam fizeram um vídeo no qual dizem que é um valor mais alto do que os quatro "John Wick" somados e que a grana daria pra fazer DUZENTOS "Atividade Paranormal".
Também adorei o vídeo no qual a Millie prova comidas típicas brasileiras e simplesmente detesta tudo: milho, caldo de cana, pastel e açaí. Falaram em má vontade dela, mas fãs da atriz criticaram a abordagem de quem fez o vídeo, o Bomtalvão. Ou seja, sobrou para todo mundo.
Como se não bastasse, o filme é bem fubango para a maior parte da crítica. Segundo o The Times, "uma monstruosidade enorme". Terrivelmente sem alma", para o Hollywood Reporter, e o NYT meteu um "óbvio, extravagante e idiota". O agregador de reviews Rotten Tomatoes mostra apenas 15% para o filme. São seis pontos a menos do que "Alvin e os Esquilos 2".